Vamos falar sobre Corona Vírus?

Saiba o que a Pleno Saúde está fazendo para preservar os nossos Clientes, Parceiros e Colaboradores.


Em virtude dos enormes desafios impostos a nossa sociedade pela realidade inesperada e avassaladora do desenvolvimento do Corona Vírus e sua doença (COVID19) em nosso meio, a Pleno Saúde vem trabalhando todos os meios para manter a qualidade e segurança de todo o seu processo assistencial.

A Pleno Saúde desde o início deste processo, ainda quando a doença estava contida e restrita na China, iniciou um trabalho de acompanhamento e entendimento das eventuais consequências, podendo se preparar, abastecendo seus estoques e dinamizando o setor de suprimentos.

Estamos acopanhando todos os comunicados e procedimentos recomendados pelo Ministério da Saúde. Assim, a Pleno Saúde tem revisitado o seu Plano de Contingências sempre que necesário e mantendo o mesmo atualizado em seu site, bem como disseminando estas informações para todos os colaboradores, parceiros, pacientes e famílias.

Não há dúvidas de que esta doença nos impôs um regime excepcional, onde temos todos que buscar proteger o “grupo de risco”, que é composto pelos pacientes mais frágeis, idosos e portadores de multiplas comorbidades, sem esquecer a sociedade como um todo. É a hora de uma pensamento coletivo.

Dentro desta lógica, estamos revisando sistematicamente todos os Planos Terapêuticos dos nossos pacientes, pois entendemos que os mesmos se enquadram dentro deste grupo de maior fragilidade e risco de contrair e acabar evoluindo para as formas mais graves da doença.

Após esta avaliação criteriosa estamos implantando, exclusivamente pelo período de circulação descontrolada do vírus e eventual período de rescaldo, uma suspensão de terapias que entendemos não ser de suporte e manutenção da vida e que, por outro lado, pode aumentar a exposição ainda maior de nossos pacientes a um risco que pode, no limite, levar à consequências não desejadas.

Temos a certeza de que, com isso, além de melhorarmos a possibilidade de manutenção da vida dos nossos pacientes, estamos contribuindo com a diminuição da circulação de pessoas, o que é essencial para proteger todos os elos desta cadeia.

A Pleno Saúde mantém o compromisso de se manter próxima a todos os assistidos – pacientes e suas famílias-, mesmo aqueles que, por ventura, terão seus atendimentos suspensos, bem como aqueles que permanecerão recebendo parcialmente a presença dos profissionais em seu domicílio.

Nossos Plantões cotinuam à disposição para esclarecimento de dúvidas e eventuais auxílios. O nosso monitoramento telefônico se manterá ativo e intensificado, bem como os nossos canais de comunicação habituais.

Estamos juntos no combate desse novo vírus e acreditamos que sairemos mais fortalecidos desse momento, com mais empatia, compaixão e entendimento de que somos cada um parte importante da nossa sociedade.


1. ABRANGÊNCIA/RESPONSABILIDADE

Este protocolo aplica-se ao Serviço da Pleno Saúde e suas Filiais.


2. DISPOSIÇÕES GERAIS

I) Sobre a doença:
O novo Coronavírus (SARS-CoV-2), originário e identificado pela primeira vez na cidade de Wuhan (China), em Janeiro de 2020, causa infecções respiratórias com alta morbidade e provavelmente alta letalidade, já tendo sido identificado em mais de 80 países e nos 5 continentes.
A doença causada pelo SARS-CoV-2 é denominada Covid-19 (do inglês “Coronavírus Disease 2019”).

II) Manifestações clínicas:
Após um período de incubação de 2 a 14 dias, inicia-se um quadro semelhante à gripe, com sintomas como febre, tosse, dor de garganta, congestão nasal, cefaléia, mialgia e prostração, podendo assumir uma evolução grave com pneumonia viral e insuficiência respiratória, que pode levar o paciente ao óbito.

III) Definição de caso suspeito:
Febre e/ou sintomas respiratórios (tosse, coriza, falta de ar, dor de garganta, batimento de asa de nariz)

IV) Fluxo de atendimento (seguir o passo-a-passo abaixo):
1) Identificar e segregar pacientes na suspeita de infecção;
2) Isolar o paciente:
O profissional (médico, técnico de enfermagem e/ou enfermeiro) deverá utilizar máscara cirúrgica quando examinar o paciente suspeito e o acompanhante que estiver junto ao paciente suspeito também deverá utilizar a máscara cirúrgica. O paciente ficará em regime de isolamento por contato e gotículas com máscara cirúrgica. Todas as pessoas que adentrarem o ambiente onde o paciente estiver isolado devem estar devidamente aramentadas. Se houver necessidade de realizar algum procedimento que gere aerossol, o profissional de saúde deverá utilizar a máscara N 95, e o acompanhante não deverá estar perto. Na impossibilidade do acompanhante se afastar do paciente, o mesmo também deverá utilizar a máscara N 95.

Familiar: Máscara cirúrgica, capote e luva de procedimento, se for tocar no paciente. “A máscara cirúrgica deverá ser trocada quando estiver úmida ou a cada 4 horas”.

Profissional: Só deverá usar a Máscara N 95 e óculos, quando a realização de procedimentos com risco de transmissão por aerossóis, tais como: aspiração traquael e/ou entubação traqueal.

“O óculos de proteção deverá ser higienizado frequentemente, com álcool 70%, após cada utilização”.

Observações sobre a reutilização da máscara N 95.

• A durabilidade da máscara N 95 é de 7 dias, com armazenamento em local específico ou em um saco perfurado limpo (permitindo a troca de ar);
• Descartar de imediato, se contaminada com sangue ou secreção nasal;
• O Profissional poderá utilizar a máscara cirúrgica por cima da N 95, visandobr aumentar a durabilidade (também por 7 dias), desprezando máscara cirúrgica após a realização do procedimento, diminuindo a contaminação da N 95;
• Deve-se usar luvas de procedimento para o ajuste da mascara N 95 reutilizada, descartando as luvas assim que a máscara estiver ajustada;
• Lave mãos com água e sabão ou álcool 70%, antes de tocar ou ajustar a máscara N 95;
• Utilizar no máximo 5 vezes;
• Cada pessoa deve usar exclusivamente a sua mascara.

Como se paramentar:

• Higienizar as mãos;
• Colocar a máscara Cirúrgica;
• Colocar os óculos de proteção;
• Vestir o capote;
• Calçar as luvas.

Como se desparamentar:

• Desamarrar o capote, retirando as luvas, para posteriormente retirada do capote, desprezando-os;
• Higienizar as mãos;
• Retirar óculos e higienizá-lo (álcool a 70%), higienizando também as mãos, após este momento;
• Retirar máscara cirúrgica;
• Higienizar as mãos.

Importante:

• A residência deve possuir o registro de todos os profissionais que entrarem em contato com o paciente;
• Fica impedida à entrada de visitantes no leito, para os casos suspeitos. Em caso de pacientes pediátricos, que necessitem permanência de familiar, esta será restrita a um único familiar por vez, e este deverá estar orientado e paramentado com os mesmos EPIs empregados pela equipe assistencial.

3) Caso o médico verifique que o paciente se enquadra na definição de caso suspeito, segundo o item III deste documento, continuar seguindo o passo-a-passo abaixo (caso contrário, voltar à rotina normal de atendimento);

4) Informar a ouvidoria@plenosaude.com.br desde a suspeita do diagnóstico até a confirmação ou exclusão do diagnóstico;

5) Notificação imediata por telefone à Vigilância Epidemiológica da seguinte forma:

5.1) Em horário comercial:
Contactar a Coordenação de Vigilância Epidemiológica do Município
• Centro de Vigilância Epidemiológica Rio de Janeiro (3971-1708/ 3971-1710/ 3971-1804).
- Não havendo sucesso, contactar o Plantão CIEVS/ RJ (98000-7575).
• Centro de Vigilância Epidemiológica São Paulo - (11) 3066-8751
• Centro de Vigilância Epidemiológica Brasília - (61) 2017-1145 (Ramal 8323)
• Centro de Vigilância Epidemiológica Espírito Santo - (27) 3132-5019

6) Preencher o formulário eletrônico de notificação para o Ministério da Saúde
• Preencher online através do link: http://bit.ly/2019-ncov
• Imprimir e deixar uma cópia no livro da CCID
• Alternativamente, pode-se salvar em PDF e enviar para: mirian.cardoso@plenosaude.com.br
• Telefone do Ministério da Saúde para dúvidas 136

7) Registrar no livro de ordem da CCID;

8) Exames específicos a serem colhidos para diagnóstico laboratorial:
8.1) Para pacientes com maior gravidade, que permanecerão em isolamento em ambiente domiciliar:
• Indicar o PCR específico para o novo Coronavirus 2019;
• 1 swab de nasofaringe Direita + 1 swab de nasofaringe esquerda + 1 swab de orofaringe.
“No momento: coleta para confirmação diagnóstica deverá ser realizado em ambiente hospitalar”

Consideração: A coleta pela vigilância epidemiológica de cada município será realizada no domicílio do paciente independente do item acima. Deve-se solicitar ao paciente um telefone de contato para que a vigilância epidemiológica possa localizá-lo.

9) Coleta de outros exames laboratoriais que se façam necessários:

• Hemograma (leucopenia 25%/linfopenia 63%)
• Coagulograma (TP elevado)
• Função Renal e eletrólitos
• Perfil hepático (elevação de AST e ALT em 37%)
• CPK, Desidrogenase lática (DHL elevado )
• D-dimero (elevado)

Todas as coletas de exames laboratoriais necessárias na residência, serão executadas pela equipe de enfermagem, ou equipe do laboratório solicitado.

10) Tratamento:

O tratamento para o Coronavírus é de suporte (sintomático). Até o momento não há tratamentos específicos para esse agente. Entretanto, enquanto não se tiver a confirmação diagnóstica, o paciente deve receber tratamentos pertinentes para outras possibilidades diagnósticas conforme o julgamento clínico (como por exemplo, o Oseltamivir para Influenza, e antibióticos para etiologias bacterianas, se for necessário).

11) Conduta para internação ou alta do paciente:

Caso o paciente necessite ficar hospitalizado, a internação deverá ser solicitada em leito de Terapia Intensiva ou Semi-Intensiva (conforme o quadro clínico), com isolamento respiratório.
Pacientes que, de acordo com o julgamento clínico, não necessitem de internação, devem permanecer em isolamento no domicílio, sob observação da equipe assistencial.
“O paciente permanecerá em monitoramento clínico até resolução dos sintomas”.

12) Critérios de internação do paciente

• Sepse
• Insuficiência Respiratória Aguda

13) O transporte do paciente

Para o transporte do paciente, traçar previamente uma rota segura e fazê-la com o paciente usando máscara cirúrgica e o profissional completamente paramentado, usando a máscara cirúrgica. Se necessário uso de elevador, devem estar no ambiente somente o paciente e os profissionais de saúde envolvidos no transporte. O paciente só deve ser retirado do quarto quando o elevador já estiver no andar esperando.

14) Período de transmissibilidade (duração do isolamento)

Não se sabe ao certo por quanto tempo o paciente continua a transmitir o vírus, no caso de isolamento domiciliar, orientar manter por 14 dias ou enquanto durarem os sintomas, estando há 72h assintomático ou até ser descartado o diagnóstico.
Importante: Pacientes que ainda tiverem algum PCR para o novo Coronavírus 2019 EM ANDAMENTO deverão permanecer em isolamento como suspeitos de COVID-19, mesmo que tenham isolado outro vírus respiratório no Virusmol, pois existe a possibilidade de co-infecção.

V) Outras orientações específicas e definições:

1) Higienização do leito:
A higienização do leito deverá ser realizada diariamente com álcool 70%.

2) Cuidados com as roupas:
O profissional que for recolher a roupa deve estar devidamente paramentado, deverá acondicionar a roupa suja em um saco e lavar separadamente das demais roupas do domicílio.
Não há necessidade de nenhum procedimento diferenciado no tratamento da roupa. Se a máquina de lavar tiver ciclo de água quente, este é preferível.

3) Resíduos:
Todos os resíduos provenientes da assistência devem ser acondicionados em saco plástico e identificados. Deverá ser sinalizado para a retirada por empresa responsável.

4) Utensílios usados na assistência:
O termômetro deverá ser descartado em caso de internação hospitalar. O estetoscópio, esfigmomanômetro e o oxímetro de pulso do leito deverão sofrer desinfecção com álcool 70% diariamente em caso de suspeita de diagnóstico.

5) Utensílios usados nas refeições:
Os utensílios usados nas refeições para o paciente suspeito deverão ser separados dos demais familiares da residência.

3 REFERÊNCIAS

1. CDC: 2019 Novel Coronavirus (2019-nCoV), Wuhan, China. Updated January 21, 2020.
Surveillance case definitions for human infection with novel coronavirus (nCoV). Interim guidance v1 11 January 2020 WHO/2019-nCoV/Surveillance/v2020.1
2. Clinical management of severe acute respiratory infection when novel coronavirus (nCoV) infection is suspected. Interim guidance 12 January 2020 WHO/nCoV/Clinical/2020.1
3. WHO: Novel Coronavirus (nCoV) v1. Operational Support & Logistics Disease Commodity Packages.
4. Infection prevention and control during health care when novel coronavirus (nCoV) infection is suspected. Interim guidance January 2020. WHO/2019-nCoV/IPC/v2020.1
5. Plano de Contingência do Estado de São Paulo para Infecção Humana pelo novo Coronavírus- 2019-nCoV/ São N 2020
6. Novo Coronavírus (2019- nCoV): Assistência Domiciliar a Pacientes Suspeitos ou Confirmados e Contato- Divisão de Infecção Hospitalar/ CVE- 04 de fevereiro de 2020
7. COVID 19: Serviço de Controle de Infecção Hospitalar / Hospital Israelita Albert Einstein / 11 de março de 2020

4 ANEXOS

ANEXO 1 – Orientações para isolamento domiciliar:
• O paciente deve permanecer restrito ao domicílio, isolado em cômodo privativo o mais ventilado possível (janelas abertas);
• A higienização das mãos é frequente e de suma importância;
• Ao tossir ou espirrar, o paciente deve cobrir boca e nariz com lenço descartável ou papel (descartando-os em seguida), ou proteger com a dobra do cotovelo. Higienizar as mãos imediatamente após;
• Não receber visitas;
• Os co-habitantes domiciliares devem ficar em quartos separados e quando entrarem no cômodo onde está o paciente, devem utilizar máscara cirúrgica;
• Orientar que indivíduos próximos que manifestarem sintomas procurem imediatamente o serviço de saúde;
• No momento em que o paciente sair do cômodo em que está isolado, deve utilizar máscara cirúrgica, descartando-a em seguida.
• Paciente ou familiares que tiverem contato com secreções ou superfícies possivelmente contaminadas com secreções do paciente devem higienizar as mãos imediatamente;
• Manter isolamento enquanto houver sintomas ou até ser descartado o diagnóstico através de exames específicos;
• Retornar a uma unidade de saúde caso apresente novos sintomas (como retorno da febre ou dificuldade de respirar) ou piora dos sintomas existentes;
• A Vigilância Epidemiológica irá monitorar o paciente e os contactantes próximos.


1. ABRANGÊNCIA/RESPONSABILIDADE

Este protocolo aplica-se ao Serviço da Pleno Saúde, com todos os seus colaboradores e prestadores.

2. DISPOSIÇÕES GERAIS

Nossos colaboradores foram orientados

• Necessária lavagem cuidadosa das mãos com água e sabão. Quando a lavagem das mãos não for possível, utilizar álcool em gel, em concentração de 70%; *O álcool gel não substitui a higiene das mãos com água e sabão, caso estas estejam visivelmente sujas;
• O profissional (médico, técnico de enfermagem e/ou enfermeiro) deverá utilizar os equipamentos de EPI sempre que identificado a possibilidade do paciente ser portador do vírus COVD -19;
• O enfermeiro avaliador deverá realizar as avaliações em ambiente hospitalar com máscara cirúrgica.
• O profissional (médico, técnico de enfermagem e/ou enfermeiro) deverá utilizar máscara cirúrgica quando examinar o paciente suspeito e o acompanhante que estiver junto ao paciente suspeito também deverá utilizar a máscara cirúrgica.

Profissional: Só deverá usar a Máscara N 95 e óculos, quando a realização de procedimentos com risco de transmissão por aerossóis, tais como: aspiração traquael e/ou entubação traqueal.
“O óculos de proteção deverá ser higienizado frequentemente, com álcool 70%, após cada utilização”.

Observações sobre a reutilização da máscara N 95.

• A durabilidade da máscara N 95 é de 7 dias, com armazenamento em local específico ou em um saco perfurado limpo (permitindo a troca de ar);
• Descartar de imediato, se contaminada com sangue ou secreção nasal;
• O Profissional poderá utilizar a máscara cirúrgica por cima da N 95, visando aumentar a durabilidade (também por 7 dias), desprezando máscara cirúrgica após a realização do procedimento, diminuindo a contaminação da N 95;
• Deve-se usar luvas de procedimento para o ajuste da mascara N 95 reutilizada, descartando as luvas assim que a máscara estiver ajustada;
• Lave mãos com água e sabão ou álcool 70%, antes de tocar ou ajustar a máscara N 95;
• Cada pessoa deve usar exclusivamente a sua mascara.

Como se paramentar em casos de suspeita de infecção por Coronavírus

• Higienizar as mãos;
• Colocar a máscara Nc95 e máscara cirúrgica por cima para proteger ou protetor facial;
• Colocar os óculos de proteção;
• Vestir o capote; e
• Calçar as luvas.

Como se desparamentar:

• Retirar as luvas;
• Retirar o capote;
• Higienizar as mãos;
• Retirar óculos e higienizá-lo (álcool 70%), higienizando as mãos logo após este momento;
• Retirar máscara N 95 e guardá-la num saco plástico identificado para uso posterior, com duração máxima de 7 dias. Utilizar apenas durante o turno de trabalho ou durante avaliação do paciente suspeito, desprezando-a ao final do turno ou da avaliação do paciente; e
• Higienizar as mãos com água e sabão.

Em caso de sinais e sintomas respiratórios, o mesmo deverá comunicar imediatamente seu gestor imediato para receber as orientações necessárias

ATENDIMENTO

Horário de funcionamento: de segunda à sexta-feira, das 9 às 18 horas.

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